sexta-feira, 30 de maio de 2014

Uma proposta de crescimento cultural


Texto Antônio Marques
Fotos: Divulgação e Antenados

No Projeto Antenados sempre são dadas aos integrantes aulas sobre diversos temas.

O instrutor Henrique Oliveira continua a proposta da oficina sobre a história da arte. Nessa nova etapa, alguns tópicos trabalhados foram arte Paleocristã, Bizantina, Românica, Gótica e renascentista. Nós recebemos o desafio de produzir uma releitura de obras renascentistas (importante movimento em que a arte privilegiava o antropocentrismo - o homem no centro do mundo), através da fotografia.
Na produção da releitura, os alunos trouxeram a obra “Piedade”, de Geovanni Bellini, considerado o primeiro a pintar a madrugada. 

Obra: Piedade

Outro artista escolhido foi Sandro Boticelli, pintor com influência da era bizantina. A obra foi “A virgem com o menino e João Batista criança”.

Obra: A vigem Com o menino e João Batista Criança
"A proposta da releitura foi para fixar o renascimento na mente deles e, com essa atividade, eles puderam aprender mais, pois tiveram que produzir as técnicas das pinturas na fotografia”, explica Henrique instrutor do Projeto.
 
Releitura da obra "Piedade"
Releitura da obra "A virgem o menino e João Batista Criança"


A experiência foi ótima pois, com a releitura pude ter noção do que o artista pensou ao produzir o quadro”, enfatiza o aluno Rike de Deus, que representou Jesus em um dos quadros.

Foi muito bom a proposta da releitura porque tivemos uma interação maior com a oficina. Eu me senti na imagem, naquela época com todo seu contexto”, diz Luan Henrique.

Após o renascimento a próxima fase é a arte Barroca. Aguarde as novidades!

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Dica de Leitura


Texto: Nívia Ribeiro
Fotos: Divulgação
O que refrigera a alma? Para mim, a leitura e a escrita cumprem muito bem o papel. É companhia em momentos de tristeza; alegria; solidão; nostalgia... e até de ócio!
A morte do escritor colombiano Gabriel García Márquez, no mês de abril, me trouxe um sentimento de nostalgia e, com ele, a vontade de reler “Cem anos de solidão” e “O amor no tempo do cólera”.

O fato me fez refletir em como uma pessoa pode passar pela terra sem se dar o prazer de ler ou ouvir poemas do português Fernando Pessoa ou ter passado a infância suprimido da sonoridade dos brasileiros Carlos Drummond de Andrade; Cecília Meireles, pelo menos “A canção dos tamanquinhos” ou “Ou isto ou aquilo”.

Com os pensamentos a vagar pelo mundo fantástico das letras, viajo ao sul do Brasil em encontro a Érico Veríssimo, com o seu “Ana Terra”. Da seriedade dos romances do pai, chego ao humor presente nas crônicas do filho Luís Fernando Veríssimo.


Retorno a Minas, especificamente a Cordisburgo e me permito embrenhar em “Grandes sertões veredas”, de Guimarães Rosa.


Penso em termos de país e me vem à mente o ufanismo de José de Alencar, contando a história da formação do povo brasileiro com o amor do branco europeu pela índia “Iracema”. O Brasil colônia também é relatado em muitas palavras de Gilberto Freyre, em “Casa grande e senzala”. Graciliano Ramos já é mais regional ao relatar a dura realidade dos retirantes nordestinos em “Vidas secas”. Machado de Assis, por sua vez, escolhe como cenário a sociedade hipócrita de época, do Rio de Janeiro, para criticar em “Memórias Póstumas de Brás Cubas”. Jorge Amado, ah! Esse baiano arretado também se inspirou na própria terra e, dotado de uma imaginação pra lá de fértil, fez de suas obras narração de romances calientes, como em “Mar morto” e “Capitães da areia”, usou como pano de fundo o cais com seus trapiches e o mar, aquele que dá vidas mas também as tira!
 

Como comentar literatura sem citar metáforas? Ninguém melhor que o chileno Pablo Neruda um dos mais importantes poetas da língua castelhana e, a amada Matilda lhe inspirou muitas, muitas metáforas! Como em “Cem sonetos de amor”.


Clarisse Lispector, com “A hora da estrela”, foi capaz de mostrar os sonhos da maioria dos jovens brasileiros de pouca renda e a única hora em que o “povão” se torna estrela.


Qual jovem, necessitado de um pouco de romantismo, não recorreu a Saint Exupéry, com passagens do “Pequeno Príncipe” ou a Richard Bach, em “Longe é um lugar que não existe” e “Fernão Capelo gaivota”?
Se dermos um pulo pela literatura infantil, encontraremos muitos autores de peso como Bartolomeu Campos de Queirós; Lia Luft; Sílvia Orthof; Monteiro Lobato; o teatro de Ana Maria Machado; os irmãos Grimm... Tantos que se consolidaram e os contemporâneos que vem se despontando no mercado.

Vamos ao exterior. Como um jovem pode viver sem os mistérios de Sidney Sheldon, deixou marcas com “O outro lado da meia noite” ou os romances policiais, como “Morte sobre o Nilo”, de Ágatha Christie? Shakespeare

dispensa comentários! Na literatura fantástica creio que se encaixa “As Crônicas de Nárnia” e na simbologia o autor Dan Brown, com “O Código da Vinci”.
 
Depois de tantas dicas, posso dar mais uma(s)? Vá a uma biblioteca, livraria, casa de uma amigo, baixe um e-book... e boa leitura!










sexta-feira, 4 de abril de 2014

Golpe Militar 1964



Neste mês de março foi comemorado os 50 anos do Golpe Militar no Brasil.
Um marco importante para história do país, e que  foi notícia na mídia e redes sociais este mês.

Pensando no contexto cultural, aqui no Projeto Antenados trabalhamos com os integrantes alguns quesitos básicos sobre o Golpe e a Ditadura Militar, tema propício para o Enem e vestibulares de 2014.


Por isso nesta postagens vamos compartilhar com vocês alguns links super legais, que vão ajudar a entender melhor este assunto um pouco complexo.

Vídeo aula sobre Golpe Militar 1964( Site Guia do estudante )


Alguns filmes também são muito interessantes para compreender o que aconteceu na ditadura Militar. “Batismo de Sangue” e Zuzu Angel relatam fatos de perseguição e torturas que aconteciam na época.



Jogos e infográficos promovem uma melhor interação do leitor com o assunto. Aqui vai algumas dicas:

http://educacao.uol.com.br/infograficos/2014/cinquenta-anos-do-golpe-de-64/

http://arte.folha.uol.com.br/treinamento/2014/01/05/50-anos-golpe-64/

http://oglobo.globo.com/pais/50-anos-do-golpe/

quinta-feira, 6 de março de 2014

O Diário de Anne Frank


Texto: Hellen Silva
 Fotos: Divulgação
Fazer da leitura um hábito prazeroso. Em meio a tantas produções, oficinas, e atividades, reservamos um tempinho para fazer a leitura coletiva de mais um clássico, o Diário de Anne Frank.
A obra de Otto Frank e Mirjam Pressler publicada pela editora Record,  traz a emocionante história de uma adolescente alemã de origem judia, que viu sua vida ser transformada após os terríveis acontecimentos da Segunda Guerra mundial.
 
Considerado um dos livros mais importantes do século XX, a obra já foi lida no mundo inteiro, e serve de referência no contexto histórico da Guerra, entre os anos de 1942 a 1944.

Anne Frank era uma garota de 13 anos, que vivia com sua família na Alemanha. Em meio à invasão nazista ao seu país, ela e um grupo de amigos judeus foram obrigados a se refugiar em Amsterdã, na Holanda, onde ficaram escondidos durante dois anos.

A garota decidiu escrever em seu diário a rotina vivida naqueles dias, após ouvir uma transmissão de rádio, que incentivava as pessoas a documentar os fatos ligados à Segunda Guerra. Desde então, Anne escrevia todos os dias com a esperança que suas anotações fossem publicadas algum dia.

 Espero poder contar tudo a você, como nunca pude contar a ninguém, e espero que você seja uma grande fonte de conforto e ajuda.”
Comentário acrescentado por Anne em 28 de setembro de 1942

Depois de seu falecimento (1945), seu pai, Otto Frank o único da família que sobreviveu do holocausto, recebeu o diário da filha e lutou para que o sonho de Anne fosse realizado.
Em 1947, foi publicada a primeira versão do livro, porém muitas partes foram censuradas pelo próprio pai da garota. Com o lançamento da segunda versão a obra trouxe na integra todos os relatos de Anne. Atualmente, os manuscritos do diário original estão no Instituto Estatal Neerlandês para Documentação de Guerra, em Amsterdã.
“Fazia tempo que não exercitava minha imaginação! Estou na metade e já vivi vária aventuras com ele. Daria até para escrever um livro, por exemplo: O menino que leu o Diário de Anne Frank ou As aventuras do Menino que leu o Livro O Diário de Anne Frank, entre outros.
A leitura é isso, tem que imaginar, tem que interagir e acima de tudo tem que ser prazerosa!  Recomendo a todos.” Diz Moisés (15 anos), integrante do Projeto.

O Próximo passo dos integrantes é a sessão cinema, com o filme baseado no livro. Não deixe de  acompanhar nosso blog e redes sociais.




segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Biblioteca Professor Arlindo Corrêa da Silva

Texto: Hellen silva
Fotos: Antenados

Promover a leitura e tornar Betim uma cidade mais leitora!

Nesta postagem vamos falar de um dos setores mais especiais da Ramacrisna. Setor que, ano a ano, alimenta a imaginação e desperta o interesse pelo mundo encantado dos livros: a Biblioteca Arlindo Corrêa da Silva.


Através do Polo de Leitura Ler e Ler, grupo formado pelas instituições sociais Ramacrisna, Salão do Encontro, Instituto GRIASC e INCAS, a Biblioteca Arlindo Corrêa beneficiou, neste ano, cerca 3.223 crianças e adolescentes, com ações sociais que visam o incentivo e o lazer, através da leitura.


A biblioteca possui um acervo de cerca de cinco mil obras. Conta com a literatura infantil, juvenil e adulto inclusive livros didáticos. Servem como fonte de pesquisa escolar e se encontram disponíveis em benefício da comunidade.
Além da diversidade literária, o espaço apresenta uma ótima estrutura. Oferece aos alunos da Ramacrisna atividades educativas como rodas de bate papo, contação de histórias, teatros, rodas de leitura e outras iniciativas que buscam incentivar o prazer através dos livros.


Em 2013, a biblioteca deu um salto a mais em seus trabalhos. Para reforçar essa série de ações, listamos as atividades mais marcantes do projeto:

18ª edição do “Concurso FNLIJ – Os Melhores Programas de Incentivo à Leitura Junto a Crianças e Jovens de todo o Brasil”. Projeto Mala de Leitura



Disponível em: http://ramacrisna.blogspot.com.br/2013/06/ramacrisna-participa-do-salao-da.html


Encontro da Melhor Idade na Biblioteca

 
Mala de Leitura visita Casa da Amizade do Rotary Clube de Betim


Dia Nacional do Livro Infantil - Com Trupe Maria Farinha


Disponível em: http://ramacrisna.blogspot.com.br/search?q=trupe+maria+farinha


Entrevista Cleide Moura:


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Ficou curioso para saber mais sobre esse apaixonante projeto da Ramacrisna? Acompanhe o blog Ler e Ler e fique por dentro das todas atividades desenvolvidas na Biblioteca Arlindo Corrêa da Silva . http://lereler.blogspot.com.br/

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Não voltamos a ser crianças, mas vontade não nos faltou!



Texto: Cleidiane Duarte
Foto: Cleidiane  Duarte e Divulgação

A proposta da atividade, desta vez, foi bem diferente e agradável: apresentamos para os jovens os curta-metragens da Pixar Animation Studios, uma das maiores empresas de animação digital do mundo.

O nome PIXAR é uma combinação da palavra “pixels” e da palavra “art”, que é a ideia da animação, produzir arte através dos pixels. A empresa teve a maioria dos filmes realizados com a colaboração da Walt Disney Pictures. A Disney foi responsável por maior parte da divulgação. Por sinal, foi bem realizada, tornando-a um dos nomes mais conhecidos na área audiovisual. 
 
Exibimos seis curta-metragens. Assistimos, analisamos e cada um fez sua escolha para desenvolver uma crítica. Realizamos a leitura dos textos, e o grupo elegeu dois, para postarmos e dividir com você esse mundo fantástico da Pixar Animation.



Crítica: Cristiano Mendes

O curta GERI'S GAME foi realizado pela Pixar, dirigido por Jim Kallett com parceria do coordenador de animação Troy Sutton. Ele retrata uma crueldade com os idosos que estão ao nosso redor. Eles precisam muito dos jovens e dos adultos para realizar atividades no seu cotidiano. O telespectador pode perceber, com clareza, que o vídeo retrata o descaso, desprezo e o preconceito com os mais velhos. Isso é notado com um idoso jogando xadrez sozinho, no parque.

Com muitas cores vivas, o vídeo desperta a curiosidade dos telespectadores no desenrolar da animação, pois é mudo. O único som que sai é uma música de fundo e o barulho da peças de xadrez ao bater no tabuleiro. Então, requer uma certa atenção para captar a mensagem que os idealizadores querem passar.

Uma dedicação a mais que os produtores do curta tiveram na montagem foi brincar com sombras e com a profundidade, muito trabalhoso para uma animação. Isso valorizou o curta.

Assista ao vídeo:



Uma cena bastante interessante em meu ponto de vista, foram os detalhes em que tiveram as peças de xadrez durante a partida. Sem deixar passar despercebido as expressões faciais que o velhinho fez durante o jogo. Sem falar também do roteiro que é excelente. Os produtores passaram a ideia que queriam por meio de ícones. Vale lembrar que é muito engraçado e divertido.

O fim é esplêndido! O velhinho que estava perdendo, usou a inteligência para dar a volta por cima, ao simular uma parada cardiorrespiratória. Nesse momento, eles viram o tabuleiro ficando com todas as peças do seu outro eu. Assim vence a partida. Leva como prêmio uma dentadura. Com ela, pode sorrir para o oponente que é ele mesmo.
Ainda passa uma moral que, para se divertir não precisa de muito, apenas de um pouco de imaginação.

Ao meu ver, é um curta muito bem produzido, montado e desenvolvido. O tema é bem sério e de extrema importância para pessoas de várias idades. Se tivesse uma votação, ganharia o meu voto como melhor curta apresentado no dia 25 de outubro.


Crítica: Beatriz Miranda

Partly Cloudy é um curta-metragem animado. Foi produzido pela Pixar, com direção de Peter Sohn e produção de Kevin Reherele. Ele vem com uma mensagem positiva de trabalho em equipe e superação de obstáculos, problemas do dia-a-dia. Ele conta a história de uma nuvem que "cria" filhotes para as cegonhas levarem para a terra. Essa nuvem é diferente das outras, pois os filhotes que ela produz são uma ameaça para o transportador cegonha, e o deixa sempre machucado. Então, a cegonha, cada vez mais depenada, desiste de levar os filhotes criados pela nuvem, fazendo com ela fique triste. Mas, no fim, a cegonha volta com uma proteção e alegra a sua parceira nuvem, que continua a fazer filhotes para a velha cegonha presentear pais ansiosos.
A animação leva os telespectadores a pensarem sobre a origem da vida e de onde vêm os bebês, acontecimentos naturais como a chuva, trovões, dentre outros. Mostra técnicas sobre tecnologia que, desde o ano 2000, já fazia toda diferença nas telinhas da televisão. O vídeo apresenta ainda uma lição de moral sobre a confiança e a amizade.
Ao meu ver, os desenhos atuais englobam uma série de fatores que podem prejudicar e até mesmo influenciar quem os assiste, como: o uso de armas, lutas, palavras de baixo calão e o poder que os filhos podem ter sobre os pais.
Os roteiros fantásticos da Pixar deveriam ser mais usados e divulgados pois alguns outros curtas como esse levam as crianças a imaginarem e a criarem. Já foi comprovado que desenhos e jogos violentos podem gerar um pensamento negativo. Essas experiências ainda tem o poder de levar as crianças a apresentarem comportamento agressivo, tanto na escola quanto em casa.
O curta me emocionou pela inteligência e o roteiro dos criadores que, além de técnicas dispensa a fala das personagens, mostra, em minutos, toda a grandeza da Pixar.
Assista ao vídeo:
 
Enfim, me tornei fã da Pixar, porque ela produz animações de qualidade com roteiros maravilhosos, que emocionam, fazem rir e refletir.
Apesar do curta ser infanto-juvenil, recomendo para todos os públicos, pois esse vídeo é capaz de emocionar até os corações mais duros. Gostaria de ressaltar o desejo que desenhos como esse fossem televisionados, pois incentivam o trabalho em equipe, lealdade e superação de desafios.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Machado de Assis, o escritor dos escritores

Texto: Hellen Silva
Fotos: Antenados e Divulgação

Depois das férias nada melhor do que voltar às atividades do Projeto com a corda toda.
Momentos de leitura, escrita e bate papo são trabalhos  comuns no dia a dia do Antenados.

Com a chegada do final do ano, as provas de concursos, vestibulares e o Enem estão cada vez mais próximas. Por isso, a proposta desencadeada pela coordenadora pedagógica Nívia Ribeiro para este momento, é a leitura coletiva de um clássico da literatura brasileira: O livro “Memórias Póstumas de Brás Cubas”.

Joaquim Maria Machado de Assis, mais conhecido como Machado de Assis, é um importante escritor da literatura brasileira, tendo suas obras divididas em duas fases:

A primeira é baseada em seu estilo romântico tendo o amor e sentimentos amorosos como tema principal de seus livros, como é o caso do livro Memórias Póstumas de Brás Cubas.

Já na segunda, a ideia de suas obras é mais realista, destacando as necessidades, defeitos e qualidades do ser humano.
 

A obra trabalhada no Projeto, consiste nas memórias de um defunto, narrada por ele mesmo, em primeira pessoa. Brás Cubas inicia sua história em seus últimos minutos de vida. De família rica, Era um menino arteiro, mimado e protegido pelos pais. Sem nunca ter responsabilidades e culpas, passou a infância e chegou à mocidade. Foi nela que conheceu Marcela, uma espanhola, por quem se apaixonou. Conquistou-a e viveu um romance. Brás enchia-a de caros presentes e foi assim que gastou um pouco de sua herança.

Além de ser um clássico da literatura brasileira, a obra tem uma grande influência internacional, sendo uma das principais inspirações do cineasta Woody Allen. Confira no vídeo a serguir:

Em uma entrevista feita com a coordenadora Pedagógica Nívia Ribeiro, ela explica a importância dos integrantes do Antenados conhecerem obras renomadas como esta:

Ler coletivamente Machado de Assis, é uma forma de retroceder no tempo ao ter contato com uma linguagem culta, entremeada de vocábulos de um mesmo tempo, é visualizar no enredo uma crítica sutil, irônica à burguesia brasileira daquela época.
Trazer Memórias Postumas de Brás Cubas para os Antenados é mostrar que um bom texto transpõe a força inaplacável do tempo. Quem escreve bem se eterniza.Diz a coordenadora do Projeto Nívia Ribeiro.

É a primeira vez que li este livro. Eu já conhecia o autor mas não tinha ideia de como era a linguagem dos livros dele.
E por ser uma linguagem bem diferente, é muito importante porque isso vai acrescentar muito na minha bagagem cultural.” Comenta a antenada Suelen Rüdiger


A leitura coletiva deste livro está sendo muito boa. Porque contém muitas palavras diferentes, que depois poderei usar em meus textos. E com a Nívia explicando fica mais fácil de entender a história.” Afirma o antenado Jefferson Cardoso.

E para dar aumentar o entendimento da turma, nada melhor do uma sessão cinema com o filme baseado no livro.