Neste mês de março foi comemorado os
50 anos do Golpe Militar no Brasil.
Um marco importante para história do
país, e que foi notícia na mídia e redes sociais este mês.
Pensando no contexto cultural, aqui no
Projeto Antenados trabalhamos com os integrantes alguns quesitos
básicos sobre o Golpe e a Ditadura Militar, tema propício para o
Enem e vestibulares de 2014.
Por isso nesta postagens vamos
compartilhar com vocês alguns links super legais, que vão ajudar a
entender melhor este assunto um pouco complexo.
Vídeo aula sobre Golpe Militar 1964(
Site Guia do estudante )
Alguns filmes também são muito
interessantes para compreender o que aconteceu na ditadura Militar.
“Batismo de Sangue” e Zuzu Angel relatam fatos de perseguição
e torturas que aconteciam na época.
Jogos e infográficos promovem uma
melhor interação do leitor com o assunto. Aqui vai algumas dicas: http://educacao.uol.com.br/infograficos/2014/cinquenta-anos-do-golpe-de-64/ http://arte.folha.uol.com.br/treinamento/2014/01/05/50-anos-golpe-64/ http://oglobo.globo.com/pais/50-anos-do-golpe/
Texto: Hellen Silva Fotos: Divulgação Fazer da leitura um hábito prazeroso.
Em meio a tantas produções, oficinas, e atividades, reservamos um tempinho para
fazer a leitura coletiva de mais um clássico, o Diário de Anne Frank.
A obra de Otto Frank e Mirjam Pressler publicada pela editora Record, traz a emocionante história de uma adolescente
alemã de origem judia, que viu sua vida ser transformada após os terríveis
acontecimentos da Segunda Guerra mundial.
Considerado um dos livros mais
importantes do século XX, a obra já foi lida no mundo inteiro, e serve de
referência no contexto histórico da Guerra, entre os anos de 1942 a 1944.
Anne Frank era uma garota de 13 anos,
que vivia com sua família na Alemanha. Em meio à invasão nazista ao seu país,
ela e um grupo de amigos judeus foram obrigados a se refugiar em Amsterdã, na
Holanda, onde ficaram escondidos durante dois anos.
A garota decidiu escrever em seu
diário a rotina vivida naqueles dias, após ouvir uma transmissão de rádio, que
incentivava as pessoas a documentar os fatos ligados à Segunda Guerra. Desde
então, Anne escrevia todos os dias com a esperança que suas anotações fossem
publicadas algum dia.
“Espero poder contar tudo a você, como
nunca pude contar a ninguém, e espero que você seja uma grande fonte de
conforto e ajuda.”
Comentário
acrescentado por Anne em28 de setembro de 1942
Depois de seu falecimento (1945), seu
pai, Otto Frank o único da família que sobreviveu do holocausto, recebeu o
diário da filha e lutou para que o sonho de Anne fosse realizado.
Em 1947, foi publicada a primeira
versão do livro, porém muitas partes foram censuradas pelo próprio pai da
garota. Com o lançamento da segunda versão a obra trouxe na integra todos os
relatos de Anne. Atualmente, os manuscritos do diário original estão no Instituto
Estatal Neerlandês para Documentação de Guerra, em Amsterdã.
“Fazia tempo que não exercitava minha
imaginação! Estou na metade e já vivi vária aventuras com ele. Daria até para
escrever um livro, por exemplo: O menino que leu o Diário de Anne Frank ou As
aventuras do Menino que leu o Livro O Diário de Anne Frank, entre outros.
A leitura é isso, tem que imaginar,
tem que interagir e acima de tudo tem que ser prazerosa! Recomendo a todos.” Diz Moisés (15 anos), integrante do Projeto.
O Próximo passo dos integrantes é a
sessão cinema, com o filme baseado no livro. Não deixe de acompanhar nosso
blog e redes sociais.
Promover a leitura e tornar Betim uma cidade mais leitora! Nesta postagem vamos falar de um dos setores mais especiais da Ramacrisna. Setor que, ano a ano, alimenta a imaginação e desperta o interesse pelo mundo encantado dos livros: a Biblioteca Arlindo Corrêa da Silva. Através do Polo de Leitura Ler e Ler, grupo formado pelas instituições sociais Ramacrisna, Salão do Encontro, Instituto GRIASC e INCAS, a Biblioteca Arlindo Corrêa beneficiou, neste ano, cerca 3.223 crianças e adolescentes, com ações sociais que visam o incentivo e o lazer, através da leitura.
A biblioteca possui um acervo de cerca de cinco mil obras. Conta com a literatura infantil, juvenil e adulto inclusive livros didáticos. Servem como fonte de pesquisa escolar e se encontram disponíveis em benefício da comunidade. Além da diversidade literária, o espaço apresenta uma ótima estrutura. Oferece aos alunos da Ramacrisna atividades educativas como rodas de bate papo, contação de histórias, teatros, rodas de leitura e outras iniciativas que buscam incentivar o prazer através dos livros.
Em 2013, a biblioteca deu um salto a mais em seus trabalhos. Para reforçar essa série de ações, listamos as atividades mais marcantes do projeto: 18ª edição do “Concurso FNLIJ – Os Melhores Programas de Incentivo à Leitura Junto a Crianças e Jovens de todo o Brasil”. Projeto Mala de Leitura
Disponível em: http://ramacrisna.blogspot.com.br/2013/06/ramacrisna-participa-do-salao-da.html Encontro da Melhor Idade na Biblioteca
Mala de Leitura visita Casa da Amizade do Rotary Clube de Betim
Dia Nacional do Livro Infantil - Com Trupe Maria Farinha
Ficou curioso para saber mais sobre esse apaixonante projeto da Ramacrisna?
Acompanhe o blog Ler e Ler e fique por dentro das todas atividades desenvolvidas na Biblioteca Arlindo Corrêa da Silva .
http://lereler.blogspot.com.br/
A
proposta da atividade, desta vez, foi bem diferente e agradável:
apresentamos para os jovens os curta-metragens da Pixar Animation
Studios, uma das maiores empresas de animação digital do mundo.
O
nome PIXAR é uma combinação da palavra “pixels” e da palavra
“art”, que é a ideia da animação, produzir arte através dos
pixels. A empresa teve a maioria dos filmes realizados com a
colaboração da Walt Disney Pictures. A Disney foi responsável por
maior parte da divulgação. Por sinal, foi bem realizada, tornando-a
um dos nomes mais conhecidos na área audiovisual.
Exibimos
seis curta-metragens. Assistimos, analisamos e cada um fez sua
escolha para desenvolver uma crítica. Realizamos a leitura dos
textos, e o grupo elegeu dois, para postarmos e dividir com você
esse mundo fantástico da Pixar Animation.
Crítica: Cristiano Mendes
O
curta GERI'S GAME foi realizado pela Pixar, dirigido por Jim Kallett com parceria do coordenador de animação Troy Sutton. Ele retrata uma
crueldade com os idosos que estão ao nosso redor. Eles precisam
muito dos jovens e dos adultos para realizar atividades no seu
cotidiano. O telespectador pode perceber, com clareza, que o vídeo
retrata o descaso, desprezo e o preconceito com os mais velhos. Isso
é notado com um idoso jogando xadrez sozinho, no parque.
Com
muitas cores vivas, o vídeo desperta a curiosidade dos
telespectadores no desenrolar da animação, pois é mudo. O único
som que sai é uma música de fundo e o barulho da peças de xadrez
ao bater no tabuleiro. Então, requer uma certa atenção para captar
a mensagem que os idealizadores querem passar.
Uma
dedicação a mais que os produtores do curta tiveram na montagem foi
brincar com sombras e com a profundidade, muito trabalhoso
para uma animação. Isso valorizou o curta.
Assista ao vídeo:
Uma
cena bastante interessante em meu ponto de
vista, foram os detalhes em que tiveram as peças de xadrez durante a
partida. Sem deixar passar despercebido as expressões
faciais que o velhinho fez durante o jogo.
Sem falar também do roteiro que é excelente. Os produtores passaram
a ideia que queriam por meio de ícones. Vale lembrar que é muito
engraçado e divertido.
O
fim é esplêndido! O velhinho que estava perdendo, usou a
inteligência para dar a volta por cima, ao simular uma parada
cardiorrespiratória. Nesse momento, eles viram o tabuleiro ficando
com todas as peças do seu outro eu. Assim vence a partida. Leva como
prêmio uma dentadura. Com ela, pode sorrir para o oponente que é
ele mesmo.
Ainda
passa uma moral que, para se divertir não precisa de muito, apenas de
um pouco de imaginação.
Ao meu ver, é um curta muito bem produzido, montado e
desenvolvido. O tema é bem sério e de extrema importância para
pessoas de várias idades. Se tivesse uma votação, ganharia o meu
voto como melhor curta apresentado no dia 25 de outubro.
Crítica: Beatriz Miranda
Partly
Cloudy é um curta-metragem animado. Foi produzido pela Pixar, com
direção de Peter Sohn e produção de Kevin Reherele. Ele vem com uma
mensagem positiva de trabalho em equipe e superação de obstáculos,
problemas do dia-a-dia. Ele conta a história de uma nuvem que "cria"
filhotes para as cegonhas levarem para a terra. Essa nuvem é diferente
das outras, pois os filhotes que ela produz são uma ameaça para o
transportador cegonha, e o deixa sempre machucado. Então, a cegonha,
cada vez mais depenada, desiste de levar os filhotes criados pela
nuvem, fazendo com ela fique triste. Mas, no fim, a cegonha volta com
uma proteção e alegra a sua parceira nuvem, que continua a fazer
filhotes para a velha cegonha presentear pais ansiosos.
A
animação leva os telespectadores a pensarem sobre a origem da
vida e de onde vêm os bebês, acontecimentos naturais como a chuva,
trovões, dentre outros. Mostra técnicas sobre tecnologia que, desde
o ano 2000, já fazia toda diferença nas telinhas da televisão. O
vídeo apresenta ainda uma lição de moral sobre a confiança e a
amizade.
Ao
meu ver, os desenhos atuais englobam uma série de fatores que podem
prejudicar e até mesmo influenciar quem os assiste, como: o uso de
armas, lutas, palavras de baixo calão e o poder que os filhos podem
ter sobre os pais.
Os
roteiros fantásticos da Pixar deveriam ser mais usados e divulgados
pois alguns outros curtas como esse levam as crianças a imaginarem e
a criarem. Já foi comprovado que desenhos e jogos violentos podem
gerar um pensamento negativo. Essas experiências ainda tem o poder de levar as crianças a apresentarem comportamento agressivo, tanto na
escola quanto em casa.
O
curta me emocionou pela inteligência e o roteiro dos criadores que,
além de técnicas dispensa a fala das personagens, mostra, em minutos, toda a grandeza
da Pixar.
Assista ao vídeo:
Enfim,
me tornei fã da Pixar, porque ela produz animações de qualidade
com roteiros maravilhosos, que emocionam, fazem rir e refletir.
Apesar do
curta ser infanto-juvenil, recomendo para todos os públicos, pois
esse vídeo é capaz de emocionar até os corações mais duros.
Gostaria de ressaltar o desejo que desenhos como esse fossem
televisionados, pois incentivam o trabalho em equipe, lealdade e
superação de desafios.
Depois
das férias nada melhor do que voltar às atividades do Projeto com
a corda toda.
Momentos
de leitura, escrita e bate papo são trabalhos comuns no dia a dia
do Antenados.
Com
a chegada do final do ano, as provas de concursos, vestibulares e o
Enem estão cada vez mais próximas. Por isso, a proposta
desencadeada pela coordenadora pedagógica Nívia Ribeiro para este
momento, é a leitura coletiva de um clássico da literatura
brasileira: O livro “Memórias Póstumas de Brás Cubas”.
Joaquim
Maria Machado de Assis, mais conhecido como Machado de Assis, é um
importante escritor da literatura brasileira, tendo suas obras
divididas em duas fases:
A
primeira é baseada em seu estilo romântico tendo o amor e
sentimentos amorosos como tema principal de seus livros, como é o
caso do livro Memórias Póstumas de Brás Cubas.
Já
na segunda, a ideia de suas obras é mais realista, destacando as
necessidades, defeitos e qualidades do ser humano.
A
obra trabalhada no Projeto, consiste nas memórias de um defunto,
narrada por ele mesmo, em primeira pessoa. Brás Cubas inicia sua
história em seus últimos minutos de vida. De família rica, Era um
menino arteiro, mimado e protegido pelos pais. Sem nunca ter
responsabilidades e culpas, passou a infância e chegou à mocidade.
Foi nela que conheceu Marcela, uma espanhola, por quem se apaixonou.
Conquistou-a e viveu um romance. Brás enchia-a de caros presentes e
foi assim que gastou um pouco de sua herança.
Além de ser um clássico da literatura brasileira, a obra tem uma grande influência internacional, sendo uma das principais inspirações do cineasta Woody Allen. Confira no vídeo a serguir:
Em
uma entrevista feita com a coordenadora Pedagógica Nívia Ribeiro,
ela explica a importância dos integrantes do Antenados conhecerem
obras renomadas como esta:
“Ler
coletivamente Machado de Assis, é uma forma de retroceder no tempo
ao ter contato com uma linguagem culta, entremeada de vocábulos de
um mesmo tempo, é visualizar no enredo uma crítica sutil, irônica
à burguesia brasileira daquela época.
Trazer
Memórias Postumas de Brás Cubas para os Antenados é mostrar que um
bom texto transpõe a força inaplacável do tempo. Quem escreve bem
se eterniza.” Diz a coordenadora do Projeto Nívia
Ribeiro.
“ É
a primeira vez que li este livro. Eu já conhecia o autor mas não
tinha ideia de como era a linguagem dos livros dele.
E
por ser uma linguagem bem diferente, é muito importante porque isso
vai acrescentar muito na minha bagagem cultural.” Comenta
a antenada Suelen Rüdiger
“A
leitura coletiva deste livro está sendo muito boa. Porque contém
muitas palavras diferentes, que depois poderei usar em meus textos. E
com a Nívia explicando fica mais fácil de entender a história.”
Afirma o antenado Jefferson Cardoso.
E para dar aumentar o
entendimento da turma, nada melhor do uma sessão cinema com o filme
baseado no livro.
Nesta
semana, comemora-se em todo território nacional o Dia do Escritor,
profissional que trabalha com a criação de textos literários e
artigos científicos. A data surgiu nos anos 60, após o I Festival
do Escritor Brasileiro, organizado pela União Brasileira de
Escritores que era encabeçada pelos autores João Peregrino e Jorge
Amado.
E
para participar desta data tão importante para nossa cultura – já
que nosso país é um celeiro de bons escritores – decidimos
utilizar o pretexto para visitarmos a biblioteca da Ramacrisna e,
claro, promover um momento especial para os Antenados.
Com
a ajuda da bibliotecária
Cleide Moura, entramos no clima da literatura com tudo! Aproveitamos
o ambiente alegre e inspirador da biblioteca para criar marcadores de
páginas artesanais, cheio de detalhes e cores.
Foi
uma experiência muito divertida!
Gostou
do nosso marcador de páginas?
Veja o passo a passo de como fazer um:
*Papel
Vergê (ou outro mais encorpado);
Obs.:Uma
folha da para fazer vários marcadores.
*Corte
o papel em: 6 cm X 16 cm
*Para
enfeitar usamos retalhos, fitas, miçangas
Dica:
No marcador de página pode conter informações do autor ou espaço
para anotações.
Mais uma vez, o projeto Antenados nos surpreende com um de seus
convidados. Nessa quarta, dia 22 de maio recebemos o escritor de Betim, Miguel
Canguçu Alves. Ele falou um pouco sobre sua trajetória, inspirações e sobre a
arte de escrever.
“O processo de Escrita é uma
batalha com as palavras”, conta Miguel, que aos 50 anos de idade publicou
seu primeiro livro intitulado “Brevidade”.
“Não é necessário se formar em
letras para escrever”. O poeta disse também que parte do que escreveu, foi
feito antes de ingressar na faculdade e vários de seus poemas surgiram de
acontecimentos e lembranças do passado e da infância, como o poema “Na Fossa”.
Vamos falar um pouco sobre sua obra:
O poema “Na Fossa”, por exemplo, de acordo com o escritor, conta a
história de um senhor muito pobre do interior de Minas Gerais, especificamente
o Vale do Mucuri, que trabalhava duro para retirar o sustento da família. Em um
dia de trabalho, escavando uma fossa, o homem, ao usar de uma corda para
retirar a terra de dentro do buraco, segurava uma labanca (ferramenta utilizada
para cavar) abaixo de sua cabeça. Quando puxou a corda, a mesma arrebentou
fazendo com que o balde, cheio de terra, despencasse sobre sua cabeça que
estava acima do cabo da labanca e assim o trabalhador morreu com o crânio
perfurado. O poema narra esta história de uma maneira indireta, transformando o
que até então era dor em reflexão para os leitores.
Miguel disse ainda que todos podem escrever e que “Qualquer matéria
serve para poesia”. Quando você escreve um poema, ele deixa de ser somente sua
cena, porquê o poema é universal, pertence a todos, e toda ou qualquer
interpretação que se fizer dele é verdadeira. Ao interpretar um poema, você
busca identificar-se de acordo com seus sentimentos e emoções, buscando
satisfazer as necessidades do espírito para se conseguir paz interior.
Em entrevista com o Poeta obtivemos algumas informações sobre sua
trajetória:
Miguel, O que te motivou a
escrever?
Eu escrevia e apresentava peças
de teatro quando adolescente e também participei de um grupo de teatro em São
Paulo. Mas o que mais me motivou a escrever foi quando entendi que quando você
escreve algo tão agradável, porque não compartilhar isso com as pessoas?
De onde você retira inspiração?
De acontecimentos do dia a dia,
reflexões, sentimentos. Quando enxergo algo diferente em uma cena, como uma
formiguinha construindo sua vida de grão a grão, carregando nas costas seu
alimento.
O que você teve que enfrentar para
conseguir realizar seus sonhos com relação à escrita?
Nasci de uma família pobre, do Norte de MG
(Vale do Mucuri) e tive que enfrentar muitos obstáculos para conseguir estudar.
Uma típica luta pela sobrevivência.
Que mensagem você deixa para as pessoas que
querem iniciar na arte da escrita?
Tenho a dizer que todos podem se
aventurar na escrita. Escrever é como retirar da terra uma pepita de ouro, ela
precisa ser lapidada. Não existe um bom escritor que não seja um bom leitor.
Quer ser escritor, então se acostume a ler.
O processo de produção de seu novo livro:”Façanhas Em Prosa e Versos”,
começa a partir do dia 9 de julho de 2013 e possivelmente será lançado no dia
29 de setembro, data de aniversário do escritor.
“O poema tem uma porta de entrada e
infinitas de saídas, mas bom mesmo seria se pudéssemos permanecer viajando por
ele.”- Miguel Canguçu.